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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Porquê as saudades?





Sabes quando te dizia que tinha saudades tuas, que sentia a tua falta? E sabes como perguntavas sempre porque? A explicação nunca foi muito boa, nunca soube bem porque, afinal, não tinha necessidade nenhuma de sentir a tua falta mas sentia. Sentia sempre.

E agora encontrei a explicação. Tenho saudades porque mesmo que não te veja a ti, sinto o teu cheiro sempre, porque passo o tempo a imagina-lo, revejo as tuas expressões porque estão gravadas na minha mente a tinta permanente, ouço a tua voz como quando estamos juntos e falas comigo ou dizes asneiras, aquelas que eu reclamo mas que trocava tudo para as ouvir à noitinha quando me deito, quando me enrosco no lençol e cerro os olhos na esperança que estejas ali abraçado a mim no momento de adormecer como estivemos um dia. 

É por isto que já tenho saudades, já tenho saudades logo no minuto seguinte a estar contigo. É por isto que sentia sempre a tua falta. E sinto. Ainda sinto. Mesmo que tenha decidido que não te quero pela metade e que, por isso, vá ficar sem nada de ti. Sinto tanto a tua falta.

Sílvia*

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Tanto por dizer, para dizer.

Há tanta, tanta coisa que eu queria dizer, que eu queria conseguir gritar. Há tanta coisa que eu queria ser capaz de transmitir através destas linhas. Há tanta coisa hoje que me está entalada, tanta coisa hoje que eu precisava verbalizar para desfazer esta merda deste nó que tenho na garganta e que não me deixa pensar, não me deixa falar, comer nem dormir. Este nó que parece que nem lágrimas, nem gritos, nem suspiros conseguem desatar.

Há tanta coisa que eu queria ser capaz de mudar hoje. Tanta coisa que...

Hoje caiu-me a ficha de tudo que está errado a minha volta, de tudo que já não devia estar na minha vida porque me deixa automaticamente mal. De tudo de errado que eu mesma sou e faço e digo e penso.

Tou cansada. Cansada de ser eu. Numa altura em que ser eu até tem sido bem porreiro. Nem sequer faz sentido.




Sílvia

domingo, 10 de junho de 2012

On my way *





Estou siiiiim!!! :) Thanks to you **


Sílvia*


quarta-feira, 23 de maio de 2012



" Ah, gosto muito de ti, és mesmo muito porreira, muito especial, gosto muito de conversar contigo, mimimi e blablabla. Patati e patata e não sei quê mas neste momento não me apetece falar nem estar com ninguém. " 





Yap.

(só não aches que, depois quando procurares, ainda vou estar por cá.)



Sílvia*

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Saudades




Dei com mensagens tuas que tinha aqui ainda guardadas no telemóvel. Deparei-me com a diferença que é daquela altura para agora. Deparei-me com a forma carinhosa como me tratavas, com os assuntos fantásticos de que falávamos... E deparei-me com a brutal realidade de agora. Com a indiferença que são as nossas conversas, com o afastamento que existe,  e que se nota de imediato na forma como me tratas e como te posso tratar a ti, sim, porque o que antes nunca teve mal agora tem.

Nem sabes como me parou o relógio hoje ao descobrir todas estas diferenças, nem sabes como o baque foi grande aqui dentro. Porque este afastamento era a coisa que eu menos queria que acontecesse e sem que eu visse, acabou por acontecer...

Agora já nada é fofo e querido, já nada nos transporta para uma realidade diferente e meio fantasiosa como antes, já nem sabemos o que dizer. Agora somos como dois estranhos que fecham numa sala e obrigam a fazer conversa de circunstância. Somos como duas pessoas que têm demasiado medo de dizer o que não devem e preferem nem dizer nada.

Eu sei porque é que tenho esse medo contigo. Só não sei o que se passou aí para que tudo ficasse assim. e tu não me dizes. E eu não sei o que fazer para ter de volta o que já tivemos. Faz-me tanta falta!

Sílvia *

quinta-feira, 29 de março de 2012

Adeus :'(


Foram 10 anos. 10 anos a ouvir os teus latidos a toda a hora, de te assobiar e saber que em 5 segundos chegavas perto de mim, de te ver correr atrás de tudo quanto fosse gato que ousasse chegar perto e depois teres acolhido tão bem os dois que temos cá em casa, porque afinal sabias quais eram os da casa. Foram 10 anos de chegar a casa e ter sempre as tuas patas nas minhas pernas, de te passar sempre a mão na cabeça, de receber sempre o teu "beijo". Dez anos de amor incondicional!! Foram dez anos em que todos os domingos de manhã te dava a torrada com manteiga que já sobrava de propósito do pequeno almoço porque tu adoravas mais que tudo. Dez anos de te levar ao parque a passear e te ver quase mergulhar no lago atrás dos patos. Levar-te no carro e ver-te deliciar com o vento no focinho, ter de ir sempre atenta para não te deixar vir para cima de mim porque era assim que tu querias. 10 anos a ouvir o teu ladrar sempre que eu entrava de óculos escuros em casa porque enquanto não os tirasse não paravas de reclamar. Foram dez anos em que te amei como se fosses mesmo uma pessoa e em que senti todo esse amor retribuído.

E agora o que é que eu vou fazer à torrada que sobra ao domingo de manhã? E a quem é que vou fazer festinhas na cabeça quando entro em casa? E quem é que me vai ladrar a lembrar dos óculos ou a avisar que tem gente a chegar ao portão? Agora já não tenho quem levar ao parque para passear.

Adeus pestinha rafeira , obrigada por todos estes anos de coisas boas, por todo o amor que sempre estiveste disposta a dar. Amo-te, vou ter (já tenho) tantas saudades tuas!! <3

Foram dez anos de tanta coisa...só que eu agora já não consigo dizer mais nada...

Sílvia

quarta-feira, 28 de março de 2012

Tristeza




É uma tristeza que está e que consome o peito, que faz com que sinta este nó na garganta, este aperto, que me faz cerrar os dentes de cada vez que me apetece gritar, que me faz refugiar no seguro dos olhos fechados para não deixar que as lágrimas saiam.

É aquela tristeza que impede de ver o céu azul e o mar, que impede de perceber a luz brilhante do sol e o calor reflectido. É uma tristeza que não permite que sorria, nem que consiga falar e nem nada que tente.

É esta tristeza que parece que me agride a cada segundo que passa. Que me magoa só porque sim. Uma tristeza de quem vê que há momentos na vida em que nada corre bem, tudo vai pelo caminho errado. Em que olho impotente para todos os acontecimentos e percebo que nem tive tempo de respirar entre eles porque todos aparecem ao mesmo tempo. Esta tristeza que me mostra que as minhas dúvidas, cada vez mais são todas as dúvidas do mundo, que me mostra que eu valho e sou tanto como nada.

Esta tristeza de ter percebido que estou mais à deriva no mar do que alguma outra vez estive, que estou sem remos e sem direcção nenhuma e os ventos são agrestes. De ver a cada dia que passa que normalmente nas tempestades tens de passar por tudo sozinha, porque na realidade ninguém quer mesmo saber. Esta tristeza que consome, que tira toda e qualquer vontade de sentir o que quer que seja. Apetecia-me tanto adormecer por tempo indeterminado. Tanto.


Sílvia

domingo, 25 de março de 2012

I blog about you!

Sabes, entre ontem e hoje já estive com uma mensagem enorme, completamente escrita no telemóvel e pronta a ser enviada, umas vinte vezes. Lá digo que já não aguento mais não te ter por perto, não ser mais do que isto que temos sido. Lá assumo finalmente que gosto de ti, que gosto tanto de ti, que todos os textos deprimentes que escrevo são sobre ti, que todas as musicas 'lame' que ouço me lembram de ti, que todas as vezes que leio a palavra amor é em ti que penso, que todas as vezes que chega uma mensagem ao meu telemóvel torço para que sejas tu de novo, mesmo que já nem tenha nada para te dizer, mesmo que ainda agora te tivesse falado.

Sabes...de todas as vezes que tive esta imensa mensagem escrita e que escolhi o teu nome dentre os contactos para a enviar acabei por desistir porque achei que não ias compreender, porque certamente me irias rejeitar mais uma vez. Porque embora o que temos não seja minimamente satisfatório, tendo em conta o que sinto por ti, prefiro ter isso do que ser obrigada a não ter nada. Prefiro ser a amiga, que está absoluta e totalmente na friend zone, do que, por falar, passar a ser a amiga numa posição tão desconfortável que até se evita falar com ela.

Sabes, é que eu gosto mesmo de ti. E isto de tu não perceberes, não veres e não sentires o mesmo está a consumir-me.



Sílvia*

quinta-feira, 22 de março de 2012

Vazia


Sinto em mim um vazio do meu tamanho. Um vazio que nada está a preencher. Assim que paro de me mexer ou de fazer alguma coisa, o meu cérebro toma conta de mim e tudo o que sinto são as lágrimas na cara e este vazio. Este imenso vazio.
Não queria ser a pessoa com quem falas só quando não tens mais nada que fazer, queria ser a pessoa mais importante da tua vida. A pessoa a quem dizes que amas, de quem sentes saudades, de quem sentes a falta. E não sentes, não sentiste, tenho tanta certeza disso.
Sinto um vazio tão grande. Tenho saudades de tanta gente, de tanta coisa, de tantos momentos. Arrependo-me de tanta coisa que fiz. E de tanta que deixei por fazer. Sinto-me oca, como se nada me preenchesse.
Tou cansada. Sinto-me tão vazia caramba.





Sílvia*

quinta-feira, 15 de março de 2012

Não consigo fingir mais...

Adoro estas coisas das cartinhas com cruzinhas xD

[ Não consigo mais fingir que me és indiferente. Não consigo mais fingir que és apenas e só meu amigo, o amigo. Já não dá. Já não é possível aguentar isto mais tempo, não pensar em ti, não pensar no teu toque, no teu beijo, na tua voz no meu ouvido. Não consigo não imaginar isso entre nós, de todas as vezes que falo contigo, que te vejo, que penso em ti ou que assombras os meus sonhos...Estou cansada de fazer confidências e ouvir confidências quando a única coisa que queria dizer e ouvir de volta é um amo-te sem rodeios, sem meias palavras. Sem medo. Porque és tu. Porque gosto mesmo de ti, porque me preocupo mesmo contigo, porque te quero mesmo muito. E não consigo mais fingir que me és indiferente.]

Sílvia*

sexta-feira, 2 de março de 2012

Party Rock is in the house -.-


Está no repeat hoje quase desde que abri os olhos. Planeio que fique até ao final do dia.

Apetecia-me dançar isto até caír para o lado. É muito bom para quando não apetece pensar em nada, tipo hoje. Planeio não pensar em NADA nos próximos meses. Avizinham-se tempos bonitos -.-



Não, normalmente não ouviria isto.


Sílvia*

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

What if? ^^



Sim, esta dúvida, esta pergunta, este eterno 'e se' que me tortura, que acompanha, que não me deixa pensar em mais nada, nem mesmo quando me deito e tento dormir para esquecer isto. Nem mesmo aí estas pergunta deixa de estar ligada na minha cabeça de forma intermitente, grita alto de uma forma muda.

Porque é que és tu o último nome em que penso antes de dormir?
Porque é que é o teu rosto a última imagem na minha cabeça?
Porque é que é a tua voz o último som que ouço?
Porque é que são as tuas palavras que volto a lembrar?
E porque é que isto tudo é também a primeira coisa que está na minha cabeça depois de acordar?

E se?


Sílvia*


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Obras :D

E o novo tema? =D

E morreres, não? ^^


Estou tão farta de cometer erros no que diz respeito a gostar ou interessar-me por alguém, estou tão cansada de nunca fazer uma "escolha" certa. Estou tão farta de depois de abrir os olhos ver tantos e tantos e tantos defeitos que antes eu nem ligava, nem queria saber se existiam, nem admitia que estivessem la.

Estou cansada que depois não me consiga livrar logo dessas más escolhas e ter de ouvir coisas do género: "ah, porque agora já não me ligas nenhuma, já não queres estar comigo, já não gostas de mim, foges de mim..." "vou reconquistar a tua confiança"... para depois estar um tempão sem dizer nada e quando volta a aparecer achar que já reconquistou tudo. Really??





Não sei, não sei se é tendência para as más pessoas ou para aquilo que sei que não vai dar certo. Sei que sempre que antes de me atirar penso que tem tudo para correr mal, corre mesmo.

Sei que, no fundo, no fim do túnel é sempre a mesma pessoa que, mesmo que eu não queira, continua a fazer sentido e continua a ser inatingível.
Não sei se aquela história de duas pessoas destinadas terem 1 fio vermelho nas mãos é verdade mas se fosse...o nosso anda meio largado, muitos nós pelo meio.

Só que mesmo assim, continua(s) a fazer sentido. Tanto sentido caramba.

Sílvia*

P.S - Este é o último post deprimente sobre ele, é mesmo. Até porque ele não está com essa bola toda. Humpf!!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Olá Mundo xD




Caredo, quase que já nem sabia entrar aqui nestas bandas xDD

Tenho andado meeeesmo sem escrever nada, sem sequer escrever nos cadernos, sem sequer vir aqui. Falta de inspiração.

Por estes dias descobri que eu sou uma pessoa tão deprimente que só escrevo, ou so tenho vontade de escrever, quando estou triste ou meio pro deprimida porque o love não resulta e mimimimi... Quando estou mais contente, quando as coisas até andam a resultar, mesmo que depois descubra que foi tudo uma valente duma estupidez minha (mais uma), não tenho vontade nenhuma de escrever. Ando só a pairar de nuvem em nuvem e pronto...

Enfim...mas agora como estou meio de volta, preparem-se para mais coisinhas deprimentes, sim? xDD-

Sílvia*

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Sabes..



Sabes quando estás com alguém e o abraço dura o tempo suficiente para que o seu cheiro fique contigo? Nas tuas mãos, no teu cabelo, na tua roupa. Sabes quando os beijos ficam horas a ser sentidos ainda, mesmo depois de já tudo ter passado? Sabes quando a simples lembrança do toque da tua mão na minha pele ainda chega a arrepiar? Sabes a sensação de adormecer e acordar a pensar em ti, saber que me passeaste pela cabeça a noite toda? Sabes a pequena corrente eléctrica quando as mãos se tocam? Sabes? É que é mesmo isso.

Só não me peças para definir.

Sílvia*

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Das derrotas ...





Como é que se encara a derrota? Qual é a melhor atitude? Perante o facto de perdermos alguma coisa que queríamos muito ou perante o facto de não conseguirmos fazer exactamente o que queríamos?
Choramos? Amuamos? Decidimos lutar mais? Nenhuma destas é uma má atitude, a meu ver. Temos sempre direito de "fazermos o luto" pela derrota. Ninguém gosta de perder. Eu não gosto. Nem a feijões...
O problema é que perante a derrota toda a gente gosta de ser muito forte e de dizer ah, bola pra frente e siga... Sim, eu, com o mal dos outros também posso bem, com as derrotas dos outros também posso bem.
Vamos deixar de ser hipócritas, as derrotas, as perdas, doem. Doem muito. E não é errado sofrer por elas. Não é mesmo!!
A questão é que podemos sofrer sem precisar de nos estarmos sempre a lamentar, sem perder o sorriso, sem deixar de lutar para que amanhã seja uma vitória.
Sorri. Mesmo no meio de tudo o que é mau. Sorri e o mundo será teu.

Sílvia*

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Estás distraído? :)

AVISO : Este texto só vai fazer sentido para uma pessoa e foi precisamente com essa ideia que foi escrito, grazie xD




Porque é quando menos esperamos que tudo acontece. É quando estamos distraídos que a vida se vai desenrolando e os acontecimentos se processam.
É quando parece menos provável, que alguém decide entrar pela nossa vida dentro, entrar, conhecer, deixar portas e janelas abertas, arejar o coração bafiento, fechado, chateado da clausura.
É quando tudo parece errado que tu tornas tudo certo. É essa forma de estar, essa forma de entrar de mansinho, essa forma de sorrir, de me conhecer, essa forma de ser, que, do nada, transforma tudo.
E tudo o que era garantido, de repente, já não é; aquilo em que não se acreditava talvez já faça sentido; a música que não se ouvia agora já não nos angustia; os textos deprimentes já não querem dizer nada.

Agora tu fazes sentido, agora tu assumiste posição e é aí que deves estar, é assim que eu quero que seja.
Porque agora, agora tudo parece estar no sitio certo.

" Deixa-te ficar na minha casa
Há janelas que tu não abriste... "

Sílvia*

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Da Sinceridade...




Ser sincero não é proteger-se com o politicamente correcto, com as frases que não querem dizer nada, não é falar só depois de ouvir a opinião ou o pensamento do outro; mas também não é ser rude, mal educado, agressivo, com a desculpa da sinceridade. 

Ser sincero é ter a capacidade de dizer tudo o que pensa com a amabilidade de não ferir o outro, de não magoar, é conseguir ter as suas opiniões formadas antes mesmo do outro se pronunciar. Ser sincero é ter a capacidade de dizer exactamente o que se pensa mas querer ouvir também o outro.

Não me peças sinceridade se não a tiveres também.

Sílvia*

(a imagem, pronto, não comecem xD)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Das perguntas sem resposta #10




E quando eu não conseguir disfarçar mais isto? O que é que eu faço?

Sílvia*