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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Não sei o que o futuro terá desenhado para mim, mas sei que estarás lá comigo



Quando te vi pela primeira vez nunca pensei que fosses significar tanto para mim,  Nunca imaginei que farias tanto sentido e que serias quem sempre esperei. No teu belo ser tens tudo o que sempre procurei, tudo aquilo que um dia escrevi no meu livro de desejos que repousa na minha mente. Foi preciso vaguear por muitos caminhos, conhecer várias pessoas e pensar que o que desejava naquele momento daria certo, para puder chegar a ti. Foi no meio de sorrisos e de conversas parvas que algo novo surgiu, que algo que merece ser edificado apareceu. Tudo aos poucos começou a fazer tanto mas tanto sentido. Tudo tem o seu tempo, e de certa forma agora entendo.
Mais ninguém consegue tirar um sorriso tão genuíno e feliz sem dizer uma única palavra, nem tão pouco deixar-me sem palavras como tu, ou de colorir o meu rosto num tom avermelhado. Com um simples olhar és capaz de me dizer o quanto sou especial. Com um simples toque, o meu corpo é percorrido por um arrepio demasiado bom, e que apesar de durar um momento, gostaria de o sentir sempre. Nem um único ser que repousa neste mundo, consegue fazer o meu órgão principal bater tão acelerado que parece que sairá do meu peito. Ninguém de quem conheço me concede uma paz tão grande como tu. Não sei como consegues tudo isto, mas quero que saibas que és capaz disto e de muito mais.
Não sei o que o futuro terá desenhado para mim, mas sei que estarás lá comigo.

domingo, 23 de setembro de 2012

I'm talking to the moon

I'm talking to the moon,
 try to get to you, 
and hopes that you're on the other side, 
talking to me too, 
or am I a fool who sits alone
 talking to the moon. 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Porquê as saudades?





Sabes quando te dizia que tinha saudades tuas, que sentia a tua falta? E sabes como perguntavas sempre porque? A explicação nunca foi muito boa, nunca soube bem porque, afinal, não tinha necessidade nenhuma de sentir a tua falta mas sentia. Sentia sempre.

E agora encontrei a explicação. Tenho saudades porque mesmo que não te veja a ti, sinto o teu cheiro sempre, porque passo o tempo a imagina-lo, revejo as tuas expressões porque estão gravadas na minha mente a tinta permanente, ouço a tua voz como quando estamos juntos e falas comigo ou dizes asneiras, aquelas que eu reclamo mas que trocava tudo para as ouvir à noitinha quando me deito, quando me enrosco no lençol e cerro os olhos na esperança que estejas ali abraçado a mim no momento de adormecer como estivemos um dia. 

É por isto que já tenho saudades, já tenho saudades logo no minuto seguinte a estar contigo. É por isto que sentia sempre a tua falta. E sinto. Ainda sinto. Mesmo que tenha decidido que não te quero pela metade e que, por isso, vá ficar sem nada de ti. Sinto tanto a tua falta.

Sílvia*

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

and this is The End!










Tudo na vida tem um fim... E nós não poderíamos ser excepção á regra. As nossas esperanças mostraram-se incapazes de impedir este desfecho, embora tenham usado de todas as suas forças para se convencerem e a nós do contrário. As memórias, contudo, ficarão para sempre a menos que as queiramos esquecer ou  que um dia as lancemos numa gaveta da nossa mente. Todos aqueles momentos em que me fizeste rir, que me fizeste sentir tão mas tão especial, ficarão sempre comigo. Todavia, agora tenho que ir e não posso deixar de o fazer. É o certo e nem sempre o mais acertado é o que custa menos, aliás normalmente é o mais penoso. Penso que me entenderás pois também já te deve ter vindo á mente este mesmo pensamento.... Chegamos a um impasse, and this is The End!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Só enquanto eu respirar

http://www.youtube.com/watch?v=p2Tb_C_aIUg

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar..

terça-feira, 12 de junho de 2012

Uma nova etapa começa....


Mais uma etapa da minha vida começou... Tive que te deixar para trás mesmo sem saber se era o mais correcto. Segui o meu instinto. Não aguentava mais o facto de não te puder te comigo, para mim chega! Chega de querer coisas que não posso ter. Chega de fantasiar cenários que nunca irão acontecer antes de adormecer. Chega de deixar a minha esperança me corroer. Chega! É tempo da realidade assumir a partir daqui. Ela consegue ser melhor, consegue me aconselhar e me magoar menos...Não queria ficar presa a algo que nunca teria, não era justo para mim nem para ti. Embora, saiba que quisesses permanecer do jeito que permaneciamos. Parece que ainda não tinhas tomado controlo da tua esperança. Talvez fosse mais fácil para ti viver assim... Mas para mim não. A esperança estúpida sempre me levou a tomar decisões impensadas, de agora em diante a minha massa cinzenta limitará as porções de esperança no meu organismo.

Uma nova etapa começa....

domingo, 10 de junho de 2012

On my way *





Estou siiiiim!!! :) Thanks to you **


Sílvia*


sexta-feira, 20 de abril de 2012

E no final de tudo..........

E no final de tudo.....

Todas as lágrimas que derramei
Todas as noites sem ti
Todas as vezes sem o teu abraço
Todas as vezes sem te ver
Todas as vezes sem sentir o teu toque
Todas as vezes o teu calor

apenas quero estar nos teus braços.

domingo, 25 de março de 2012


Mais do que sonhar contigo, gostava de te ter aqui...
Mais do que imaginar o teu sorriso, gostava de provocá-lo...
Mais do que lembrar dos teus beijos, gostava de os provar de novo...
Mais do que desejar ir ter contigo, queria ter-te sempre comigo...

Tudo isto, neste momento e muito provavelmente no futuro, é impossível. Isso doí tanto. Nós não estamos condenados ao fracasso pelas nossas atitudes, mas sim pela falta de oportunidade em as tomar. As milhas que nos separam são tantas, tantas que nem consigo contar. Oh se tudo fosse mais fácil... Este fado é demasiado, e a tristeza em não te poder ter aqui alastra-se dia para dia. Sim tivemos aqueles momentos, e sim foram muito bons e nunca os esquecerei. Ficar-te-ei para sempre grata por me ajudares a tirar do coração alguém que não me queria, nem se dava ao trabalho de o esconder... Se nada acontecer pelo menos tivemos esses momentos. Mas não quero ser hipócrita, queria mais, muito mais...

Mais do que querer, gostava de alcançar e prender....

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Sometimes love are intoxicated....


Apenas aquelas palavras vindas da música permaneciam na sua cabeça Oh sometimes love are intoxicated . Aquela frase fazia tanto sentido. Bernardo sentia-se a corroer com aquele amor, então quando descobriu acerca de Simão sentiu-se a desfalecer. A sua amada gostava de outro e isso deixava-o deprimido. Sim deprimido. Não sentia raiva nem nada do género,apenas tristeza. Senão tivesse errado tanto com a jovem talvez agora estivessem juntos. Mas o seu orgulho e prepotência foram maiores e deitaram quase por terra todas as chances daquele amor puder vir a dar certo. Contudo tudo agora tinha mudado. Sentia-se mais próximo de Íris e tinha que "pisar ovos" para não destruir o que tinha conquistado. Em parte poderia agradecer a Simão por aquela proximidade. Se ele estivesse próximo de Íris, Bernardo nunca conseguiria. Íris olhou para Bernardo e depois deitou-se ao seu lado. O perfume do jovem invadiu as suas narinas. Como Íris adorava aquele perfume, Hugo Boss, tal como o de Simão. Todavia, Simão usava pouco para que este durasse muito tempo. Já Bernardo colocava uma dose generosa mas não excessiva. Aquele odor atraía a jovem a Bernardo, fazendo-a ver Simão. Íris deitou-se na esperança de que conseguisse parar de ver Simão. Afinal de contas era tudo fruto da sua imaginação... Bernardo continuava imóvel. Ouviram mais uma música sem nada dizer. Dare you to move dos Lifehouse tal como as outras musicas preencheu o quarto. Íris tentava não respirar de forma profunda de modo a não se embriagar com o odor. Mas foi incapaz de resistir. Apoiou-se no cotovelo e ficou mais uma vez a observar Bernardo e desceu lentamente. Foi quando Bernardo abriu os olhos. Os seus lábios encontravam-se a uma distância perigosa. Bernardo ficou a olhar para Íris principalmente para a sua face corada. Nenhum dos dois se moveu como que se o fizessem pudessem acabar com a distância. Bernardo queria tanto reduzir aquela distância, mas e se isso resultasse num erro irremediável. Por outro lado, Íris agora via Bernardo mas queria na mesma beijá-lo. Mas como? Ela amava Simão? Amaria? O olhar de Bernardo foi o primeiro a mover-se. Os seus olhos desciam para a boca rosada de Íris e subiam para os seus olhos. Sempre com uma calma redobrada Bernardo roçou levemente quase imperceptivamente o seu nariz no de Íris. A jovem fechou os olhos deixando-se levar. E lentamente Íris reduziu a distância entre ambos. Os dois uniram-se num beijo calmo e demorado. Bernardo não queria cometer nenhum erro, embora aquilo pudesse sê-lo. Quando se separaram, Íris e Bernardo sentaram-se num segundo. Olhando para a almofada branca no peitoril da janela. Nenhum deles se atrevia a vislumbrar a figura um do outro...