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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Pois tenho para mim........



Será que algum dia o que desejamos acontecerá? Tenho para mim que não. A certeza de que cada um de nós seguirá o seu caminho é cada vez mais forte. Juro solenemente que tenho lutado para o contrário pensar, mas confesso que não tenho sido muito bem sucedida....
Será que seremos apenas uma lembrança daqui a uns anos? Tenho para mim que sim. Pensar isso agora doi e fere-me por dentro. Mas sei que num futuro longínquo não doerá. Seremos uma boa memória. Se for boa, já não é mau. Com o tempo deixarei de saber como é a tua voz, como eras, de como sorrias, do toque suave dos teus lábios. Apenas sentirei um aperto no coração e continuarei o meu caminho sorrindo, pois mesmo longe e nada tendo contigo, a tua lembrança sempre me fará sorrir. Tudo o que passamos será o meu ponto de abrigo quando a minha tristeza, aquela que sentirei quando me vieres á mente e perante a tua falta, me invadir.
Pois tenho para mim que sempre me farás sorrir, mesmo sem comigo estares...

quinta-feira, 12 de abril de 2012




Todos os dias quando acordo e me levanto vejo a tua face, será que também me vês? Todas as vezes durante o dia em que penso em ti, também pensas em mim?
Tu, só tu, me fazes rir mesmo sem estares aqui... De cada vez que me lembro de certas coisas, só consigo rir. Mas depois vejo que não estás aqui. Será que notas que não estou aí? Será que também sorris ao te lembrar de mim? Ou estás feliz assim?

domingo, 25 de março de 2012


Mais do que sonhar contigo, gostava de te ter aqui...
Mais do que imaginar o teu sorriso, gostava de provocá-lo...
Mais do que lembrar dos teus beijos, gostava de os provar de novo...
Mais do que desejar ir ter contigo, queria ter-te sempre comigo...

Tudo isto, neste momento e muito provavelmente no futuro, é impossível. Isso doí tanto. Nós não estamos condenados ao fracasso pelas nossas atitudes, mas sim pela falta de oportunidade em as tomar. As milhas que nos separam são tantas, tantas que nem consigo contar. Oh se tudo fosse mais fácil... Este fado é demasiado, e a tristeza em não te poder ter aqui alastra-se dia para dia. Sim tivemos aqueles momentos, e sim foram muito bons e nunca os esquecerei. Ficar-te-ei para sempre grata por me ajudares a tirar do coração alguém que não me queria, nem se dava ao trabalho de o esconder... Se nada acontecer pelo menos tivemos esses momentos. Mas não quero ser hipócrita, queria mais, muito mais...

Mais do que querer, gostava de alcançar e prender....

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Era tão bom!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

When a moment...




When a moment changes everything...

Esta música aliada a esta quote faz tanto sentido para mim... se frequentasses o blog também faria para ti? ^^




quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A esperança ouviu-me?




Já se passou uma semana desde a última vez que falamos... Sinto a tua falta, mas felizmente não estou com aquela sensação de que vai acabar o mundo, ou com o meu peito tão apertado que nem consigo respirar. Será que a esperança ouviu o meu pedido? O meu pedido de sofrer e acreditar em silêncio? Será que finalmente ela deixou de alimentar o meu pobre coração com pensamentos esperançosos e tolos? Talvez seja isso. É provável. Sim, é possível.... Não sei o que se passa comigo e talvez nunca vá saber. Nestas questões de sentimentos o meu ser mortal é esquisito, sempre foi... O normal seria sentir a tua falta de uma forma extremamente dolorosa e penosa, mas não. Tenho saudades de te ouvir e de me prenderes no teu enlaço, mas não sofro como já sofri antes. Não choro como já chorei. Apenas limito-me a relembrar momentos e a imaginar como seria se estivesses aqui. Parece que estou anestesiada, que não consigo sentir nada.... que apenas consigo reagir de uma forma demasiado racional...
Já sei, só pode ser isso... mente encontraste o botão para desligar sentimentos que o coração há muito tinha escondido, e que insistia que estivesse ligado.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Essa sim, é a mais pura verdade!




A chuva bate no vidro tão transparente que podia jurar que nada existia entre os alumínios da janela. A chávena branca com motivos florais emana um vapor adocicado enquanto repousa num sono inocente, esperando ser a escolhida para dar a provar o líquido acastanhado que alberga. A caneta preta e branca jaz morta sobre o bloco amarelo. Morta? Porquê? Quem cometeria um crime tão bizarro como matar uma simples e incapaz de sentir culpa caneta.

-Tu!
-Eu?
-perguntas ao ler isto.
-Sim, tu! Tu e as tuas palavras frias. Tu e as tuas atitudes de "não estou nem aí para o que dizes". Tu e as tuas frases que fazem desmoronar o meu mundo.


Não me resta mais nada para escrever. Todos os lamentos aquela pobre e hoje triste caneta já descreveu. Não há mais nada neste deserto que se tornou a minha mente.

-Mas podes continuar a escrever-
dizes tu numa tentativa frustrada de me animar e restituir a alegria à minha melancólica caneta.

-Não, recuso-me a descrever o que tive tanto trabalho a enterrar. -E se eu desenterrasse não ligarias. Injusta? Não. Realista, apenas te conheço e sei que quando magoas, magoas a sério. Sem dó nem piedade. Essa sim, é a mais pura verdade!