quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

What if? ^^



Sim, esta dúvida, esta pergunta, este eterno 'e se' que me tortura, que acompanha, que não me deixa pensar em mais nada, nem mesmo quando me deito e tento dormir para esquecer isto. Nem mesmo aí estas pergunta deixa de estar ligada na minha cabeça de forma intermitente, grita alto de uma forma muda.

Porque é que és tu o último nome em que penso antes de dormir?
Porque é que é o teu rosto a última imagem na minha cabeça?
Porque é que é a tua voz o último som que ouço?
Porque é que são as tuas palavras que volto a lembrar?
E porque é que isto tudo é também a primeira coisa que está na minha cabeça depois de acordar?

E se?


Sílvia*


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

É tão bom!

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Era tão bom!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Ia ser awesome :D

Obras :D

E o novo tema? =D

E morreres, não? ^^


Estou tão farta de cometer erros no que diz respeito a gostar ou interessar-me por alguém, estou tão cansada de nunca fazer uma "escolha" certa. Estou tão farta de depois de abrir os olhos ver tantos e tantos e tantos defeitos que antes eu nem ligava, nem queria saber se existiam, nem admitia que estivessem la.

Estou cansada que depois não me consiga livrar logo dessas más escolhas e ter de ouvir coisas do género: "ah, porque agora já não me ligas nenhuma, já não queres estar comigo, já não gostas de mim, foges de mim..." "vou reconquistar a tua confiança"... para depois estar um tempão sem dizer nada e quando volta a aparecer achar que já reconquistou tudo. Really??





Não sei, não sei se é tendência para as más pessoas ou para aquilo que sei que não vai dar certo. Sei que sempre que antes de me atirar penso que tem tudo para correr mal, corre mesmo.

Sei que, no fundo, no fim do túnel é sempre a mesma pessoa que, mesmo que eu não queira, continua a fazer sentido e continua a ser inatingível.
Não sei se aquela história de duas pessoas destinadas terem 1 fio vermelho nas mãos é verdade mas se fosse...o nosso anda meio largado, muitos nós pelo meio.

Só que mesmo assim, continua(s) a fazer sentido. Tanto sentido caramba.

Sílvia*

P.S - Este é o último post deprimente sobre ele, é mesmo. Até porque ele não está com essa bola toda. Humpf!!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

When a moment...




When a moment changes everything...

Esta música aliada a esta quote faz tanto sentido para mim... se frequentasses o blog também faria para ti? ^^




Happy Things



Quando era pequena detestava ler. Mas um dia li um livro chamado o "O vampiro do dente de ouro" do Triângulo Jota, acho eu, e comecei a gostar. Depois fui cada vez mais aprofundando a leitura e os meus textos e poemas foram surgindo. Iniciei uma nova jornada. Não gostava de ler e hoje sei-o porque nunca me deram os livros certos. Adoro um bom policial, ou um romance histórico. Ultimamente tenho me dedicado á leitura de romances, não muito lamechas daqueles que não possuem personagens bem definidas e com uma boa história de vida. Gosto especialmente de dramas, já no cinema é a mesma coisa. Enquanto que a maior parte das pessoas prefere uma comédia romântica ou não, eu opto pelos dramas.

E esta quote fez-me lembrar o meu livro preferido. Já o li umas 5 vezes e acho que ao longo da minha vida o lerei mais umas quantas. Chama-se Fantasmas ao Amanhecer. Não é muito divulgado, mas é fantástico. Quis muitas vezes entrar no livro para alertar ou esbofetear as personagens, mas não me foi possível, ainda estou a tentar descobrir o porquê, haha!

Resumindo, este post sem muito nexo, ter um livro preferido e puder lê-lo outra vez e uma outra vez,é fantástico.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Olá Mundo xD




Caredo, quase que já nem sabia entrar aqui nestas bandas xDD

Tenho andado meeeesmo sem escrever nada, sem sequer escrever nos cadernos, sem sequer vir aqui. Falta de inspiração.

Por estes dias descobri que eu sou uma pessoa tão deprimente que só escrevo, ou so tenho vontade de escrever, quando estou triste ou meio pro deprimida porque o love não resulta e mimimimi... Quando estou mais contente, quando as coisas até andam a resultar, mesmo que depois descubra que foi tudo uma valente duma estupidez minha (mais uma), não tenho vontade nenhuma de escrever. Ando só a pairar de nuvem em nuvem e pronto...

Enfim...mas agora como estou meio de volta, preparem-se para mais coisinhas deprimentes, sim? xDD-

Sílvia*

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Sometimes love are intoxicated....


Apenas aquelas palavras vindas da música permaneciam na sua cabeça Oh sometimes love are intoxicated . Aquela frase fazia tanto sentido. Bernardo sentia-se a corroer com aquele amor, então quando descobriu acerca de Simão sentiu-se a desfalecer. A sua amada gostava de outro e isso deixava-o deprimido. Sim deprimido. Não sentia raiva nem nada do género,apenas tristeza. Senão tivesse errado tanto com a jovem talvez agora estivessem juntos. Mas o seu orgulho e prepotência foram maiores e deitaram quase por terra todas as chances daquele amor puder vir a dar certo. Contudo tudo agora tinha mudado. Sentia-se mais próximo de Íris e tinha que "pisar ovos" para não destruir o que tinha conquistado. Em parte poderia agradecer a Simão por aquela proximidade. Se ele estivesse próximo de Íris, Bernardo nunca conseguiria. Íris olhou para Bernardo e depois deitou-se ao seu lado. O perfume do jovem invadiu as suas narinas. Como Íris adorava aquele perfume, Hugo Boss, tal como o de Simão. Todavia, Simão usava pouco para que este durasse muito tempo. Já Bernardo colocava uma dose generosa mas não excessiva. Aquele odor atraía a jovem a Bernardo, fazendo-a ver Simão. Íris deitou-se na esperança de que conseguisse parar de ver Simão. Afinal de contas era tudo fruto da sua imaginação... Bernardo continuava imóvel. Ouviram mais uma música sem nada dizer. Dare you to move dos Lifehouse tal como as outras musicas preencheu o quarto. Íris tentava não respirar de forma profunda de modo a não se embriagar com o odor. Mas foi incapaz de resistir. Apoiou-se no cotovelo e ficou mais uma vez a observar Bernardo e desceu lentamente. Foi quando Bernardo abriu os olhos. Os seus lábios encontravam-se a uma distância perigosa. Bernardo ficou a olhar para Íris principalmente para a sua face corada. Nenhum dos dois se moveu como que se o fizessem pudessem acabar com a distância. Bernardo queria tanto reduzir aquela distância, mas e se isso resultasse num erro irremediável. Por outro lado, Íris agora via Bernardo mas queria na mesma beijá-lo. Mas como? Ela amava Simão? Amaria? O olhar de Bernardo foi o primeiro a mover-se. Os seus olhos desciam para a boca rosada de Íris e subiam para os seus olhos. Sempre com uma calma redobrada Bernardo roçou levemente quase imperceptivamente o seu nariz no de Íris. A jovem fechou os olhos deixando-se levar. E lentamente Íris reduziu a distância entre ambos. Os dois uniram-se num beijo calmo e demorado. Bernardo não queria cometer nenhum erro, embora aquilo pudesse sê-lo. Quando se separaram, Íris e Bernardo sentaram-se num segundo. Olhando para a almofada branca no peitoril da janela. Nenhum deles se atrevia a vislumbrar a figura um do outro...